Wednesday, October 18, 2006

Divina Prisão

O que eu estou fazendo aqui?
Se de nada tenho que aproveitar
O que faço em um lugar onde
Alienação, cegueira, radicalismo
São realidades presentes?

Sim, penso e luto pra permanecer
Sem o ranso do passado
Não quero, rejeito, abstraio
Pra fazer, propagar, anunciar
A leveza de ser humano

Arautos de uma moral frágil me cercam
Afirmando que a doença é perigosa
Que o coração é danoso e daninho
Pra parar em cima do cabresto
Não, eu não vim pra não chegar

Sim, me trancaram em uma gaiola
Mas me libertei dos grilhões e das amarras
Pra hoje estar aqui, incômodo como uma imagem fálica
Em um sistema flácido e cada vez mais fluido revelar,
A lápide, o epitáfio em que irá repousar

7 comments:

Philip said...

menino culto e inteligente
(H)
adorei³³

abraçao rafa^^

Jhonny182 said...

...

opssss


sempre venho e naum comento..

falta de educação..

muuiiito massa....

até copiei um pedaço..
akpskapskapokspaoksoakpsokapoks

abraçãosss

Rafael Bezerra de Carvalho said...

Bom, quero deixar claro, que é um ponto de vista sobre um determinado nicho que eu conheço bem, mas não ato as bocas que refutam meu pensamento, pelo contrário, respeito e acho válido. O importante é ter senso, é pensar com suas próprias idéias. Isso sim é fundamental.

Julia Beling said...

escreve bonito heim amigo! hehehe adorei, parabéns! sempre vou dar uma passada por aqui. beijão!

Lincoln said...

e ai.. sempre escrevendo bem ein cara

maneiro.. o blog

Véi.. Deus te abençõe

Anonymous said...

rafa;
vc leva jeito pra coisa. vai em frente!
:)

Rafael Bezerra de Carvalho said...

anonimos, comentem sim, ma spor favor, identifiquem-se, é mais divertido