Tuesday, July 03, 2007

Não vou, pode parar.

Não vou entrar nesse jogo, pode parar. Eu não quero mais essa masturbação social onde o objetivo é só o self-pleasure. Há um paradigma a ser quebrado no meio de um individualismo exagerado. Pessoas dizem precisar umas das outras, dizem querer alguém mas não sabem viver acompanhados. Dizem querer também o silêncio mas não deixam ele surgir. E eu não entro nessa, nem a pau. Não me afasto, não me isolo, não me separo. Se alguém sair de perto, eu me aproximo. Se a dor chegar, há um bálsamos...sempre há. Só não quero viver essa coisa estranha. Pode ser impossível não viver, mas não quero.

Sei lá

3 comments:

Jésio said...

Também me aproximo, mas vale a pena?
...
Avaliar neh...
Abraço. té!

Rafael Bezerra de Carvalho said...

Eu creio que valha, e vale sim pela experiência, pelas sensações que nos permite amadurecer!

Abração. té!

Jésio said...

"Pode ser impossível não viver, mas não quero.

Sei lá"

Adoro "sei lá´s", pois afinal onde sabemos? Acho que lá. Aqui não, aqui é sentir. E já disse que adorei este teu texto? tão intenso, tão "chego e te digo logo"

Abraço. Quando vamus nos ver?
Inté!